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O Atelier de Jardinagem vai recomeçar!!!
Não perca tempo e venha conhecer o magnífico jardim da Lavoisier!
Apareça!
sexta-feira, 12 de março de 2010
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
“Ano Novo Vida Nova ou enquanto durar a erva há que moldar”
A propósito do Ano Novo
"Sinto-me sempre deprimida na passagem do ano, tenho sempre grandes expectativas para o ano seguinte mas a verdade é que acho que nada muda. O ano passado, até por sugestão de um artigo de uma revista, fiz uma lista de resoluções para o novo ano. Quando a fui verificar, nada tinha mudado: não fui à ginástica, não fiz dieta, não mudei de emprego, não brinquei mais com os meus filhos, não namorei mais com o meu marido, não renovei a casa... Sinto-me um falhanço."
Os rituais de passagem facilitam de muitas formas a nossa vida, organizando-a e preparando-a para as mudanças. Depois do Natal, em que se festeja a família e nos reaproximamos de pessoas que há muito não víamos, também nos confrontamos com as nossas perdas, as pessoas que morreram que nos eram queridas, a solidão dos outros, os casamentos e namoros que falharam, as crianças que já não são bebés, já cresceram e já não acreditam no Pai Natal...
É nesta altura que nos aparece o Ano Novo, com votos renovados de sermos felizes, como um caderno novinho em folha no primeiro dia de escola. É nesta altura que a decisão de mudança parece fácil e óbvia mas, as decisões para se tomarem conscientes precisam de muitas decisões pequeninas, que à primeira vista parecem não ter importância, como a decisão de todos os dias chegarmos mais cedo a casa e menos cansados, a de nos levantarmos a tempo de ir à ginástica logo de manhã e de não ficarmos na cama muito quentinha enquanto chove lá fora, a de namorar mais em vez de discutir "o que é que fazes e o que é que eu faço", disputando o poder dentro da relação do casal. Na verdade estas decisões parecem pequeninas e pontuais , mas todas juntas acabam por construir um novo caminho. Construí-lo depende da nossa decisão de dar mais importância aos pormenores que trazem mesmo mudança no nosso quotidiano, os que parecem mais pequenos e invisíveis e que acabam por ser os nossos afectos. Então aí passa a ser muito fácil, até agradável e reconfortante, no final do ano, olhar para trás e verificar que tanto mudou ao longo do ano.
A verdade é que as mudanças só se tornam óbvias depois de muito tempo, como comprova a receita de felicidade matrimonial de uma Senhora enviuvada após 54 anos de casamento, que saudosa do marido com quem fora muito feliz dizia: "... não dei pelos anos terem passado. Só quando o meu filho mais velho se formou é que pensei: "ai, ai, que já somos um casal de meia idade " e lembro-me de olhar para o meu marido e pensar que "ainda parece que nos encontramos ontem."
Assim, cada novo ano há que renovar e repensar todas as decisões, de uma forma ou de outra, as mudanças são inevitáveis. As decisões só as apressam e as antecipam, mas também nos dão um sentimento agradável de que tomamos conta da nossa própria vida, e de que a controlamos.
Claro que esta atitude, de ir tomando decisões, reforça a nossa auto-confiança e auto-estima interna, tornando-nos pessoas mais saudáveis e autónomas. Por vezes, quando adiamos sucessivamente a mesma decisão, o mais certo é que precisemos da ajuda de um psicólogo ou de alguém que nos "empurre" ou a ajude a repensá-la.
"Sinto-me sempre deprimida na passagem do ano, tenho sempre grandes expectativas para o ano seguinte mas a verdade é que acho que nada muda. O ano passado, até por sugestão de um artigo de uma revista, fiz uma lista de resoluções para o novo ano. Quando a fui verificar, nada tinha mudado: não fui à ginástica, não fiz dieta, não mudei de emprego, não brinquei mais com os meus filhos, não namorei mais com o meu marido, não renovei a casa... Sinto-me um falhanço."
Os rituais de passagem facilitam de muitas formas a nossa vida, organizando-a e preparando-a para as mudanças. Depois do Natal, em que se festeja a família e nos reaproximamos de pessoas que há muito não víamos, também nos confrontamos com as nossas perdas, as pessoas que morreram que nos eram queridas, a solidão dos outros, os casamentos e namoros que falharam, as crianças que já não são bebés, já cresceram e já não acreditam no Pai Natal...
É nesta altura que nos aparece o Ano Novo, com votos renovados de sermos felizes, como um caderno novinho em folha no primeiro dia de escola. É nesta altura que a decisão de mudança parece fácil e óbvia mas, as decisões para se tomarem conscientes precisam de muitas decisões pequeninas, que à primeira vista parecem não ter importância, como a decisão de todos os dias chegarmos mais cedo a casa e menos cansados, a de nos levantarmos a tempo de ir à ginástica logo de manhã e de não ficarmos na cama muito quentinha enquanto chove lá fora, a de namorar mais em vez de discutir "o que é que fazes e o que é que eu faço", disputando o poder dentro da relação do casal. Na verdade estas decisões parecem pequeninas e pontuais , mas todas juntas acabam por construir um novo caminho. Construí-lo depende da nossa decisão de dar mais importância aos pormenores que trazem mesmo mudança no nosso quotidiano, os que parecem mais pequenos e invisíveis e que acabam por ser os nossos afectos. Então aí passa a ser muito fácil, até agradável e reconfortante, no final do ano, olhar para trás e verificar que tanto mudou ao longo do ano.
A verdade é que as mudanças só se tornam óbvias depois de muito tempo, como comprova a receita de felicidade matrimonial de uma Senhora enviuvada após 54 anos de casamento, que saudosa do marido com quem fora muito feliz dizia: "... não dei pelos anos terem passado. Só quando o meu filho mais velho se formou é que pensei: "ai, ai, que já somos um casal de meia idade " e lembro-me de olhar para o meu marido e pensar que "ainda parece que nos encontramos ontem."
Assim, cada novo ano há que renovar e repensar todas as decisões, de uma forma ou de outra, as mudanças são inevitáveis. As decisões só as apressam e as antecipam, mas também nos dão um sentimento agradável de que tomamos conta da nossa própria vida, e de que a controlamos.
Claro que esta atitude, de ir tomando decisões, reforça a nossa auto-confiança e auto-estima interna, tornando-nos pessoas mais saudáveis e autónomas. Por vezes, quando adiamos sucessivamente a mesma decisão, o mais certo é que precisemos da ajuda de um psicólogo ou de alguém que nos "empurre" ou a ajude a repensá-la.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
A Propósito do Natal - “Quem come na noite de Natal ou é besta ou animal”.
Testemunho
"Sempre adorei o Natal, infelizmente desde há uns anos para cá toda a gente começou a queixar-se da febre do consumo.
Todos os meus amigos dizem que as crianças acham que o Natal se traduz em divulgações de supermercado em vez de escreverem uma carta ao Menino Jesus. Já não acreditam na magia do Natal. A ideia do renascimento, com cheiro de perú, e com o céu estrelado na noite de Natal."
A magia do Natal independentemente de crenças ou credos está na oportunidade de darmos presentes e partilharmos tempo e refeições com quem esteve na nossa vida ao longo desse ano. É a reafirmação dos laços entre as pessoas e o voltarmos a ser folclóricos, decorando a casa toda de encarnado e dourado. Repegamos em rituais de infância com o presépio, umas vezes com o menino já deitado nas palhinhas, outras com ele escondido no armário até ao dia de Natal. Faz-se doces com imenso colestrol, açucar e canela, com sabores de infância pesquisados em livros de receitas herdados ou copiados das nossas mães e reinventados nesta quadra. É impossível não ser contagiado por algumas pessoas, em que é a única altura do ano em que vão à escola dos filhos, numa atitude participante, assistir às canções ou aos teatros de Natal. Reinventam-se presentes e incentivam-se as crianças a partilharem esta intenção com os mais crescidos, presenteando ou enviando postais para as pessoas que lhe são queridas.
Claro que existem sempre os adultos que por uma razão ou outra sentem o Natal distante. O discurso é repetido "já não há Natal, as pessoas só pensam nos presentes, como é que alguém se enche de comida quando há tantos pobres...". Há no seu coração e na sua atitude uma vontade de mudança e de reaproximação da intenção genuína do Natal que é dar e receber Amor; o pretexto do Menino Jesus ter nascido para nos salvar é actualizado com o nascimento de cada criança em que são depositadas esperanças e sonhos de toda a família. Assim, propomos uma receita, não para que o Natal seja mágico, mas um pretexto para ele Ser:
- Receita de um autêntico Natal:
- Procure musgo no bosque ou floresta ao pé de si, as figuras do presépio escondidas na arrecadação e faça mesmo um presépio.
- Árvore de Natal: pinheiro, cameleira decorado com desenhos, chocolates, bolas ou fitas de embrulho; não esquecer de colocar o sapatinho na véspera de Natal.
- Visite ou telefone a alguém com quem não fale há muito tempo e que saiba que está sózinho.
- Faça ou compre um presente para uma criança que não tenha presentes.
- Celebre o facto de ter uma família, se envolver comida ainda melhor! E ponha a mesa bonita como se tivesse visitas.
- À noite, embrulhe os seus filhos em muitos casacos e veja as iluminações de Natal da sua cidade.
- Conte histórias dos seus natais, ou de natais inventados por si às crianças.
- No momento de abrir os presentes não se esqueça de compartilhar o amor que sente pelas pessoas que a rodeiam.
- E para terminar, não se esqueça que o Natal é quando o Homem quiser!
Comece já a praticar e...Bom Natal!
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Natalis

A Associação Lavoisier vai participar na Natalis, a maior feira de solidariedade do País!
Junte-se a nós e visite o nosso stand, onde vamos ter uma banca, cheia de surpresas e presentes giríssimos. Aproveite esta feira e compre os presentes de Natal, para oferecer aos seus mais queridos, numa época onde a solidariedade e o amor são essenciais…
Contamos consigo de 5 a 13 de Dezembro de 2009, na FIL!
Junte-se a nós e visite o nosso stand, onde vamos ter uma banca, cheia de surpresas e presentes giríssimos. Aproveite esta feira e compre os presentes de Natal, para oferecer aos seus mais queridos, numa época onde a solidariedade e o amor são essenciais…
Contamos consigo de 5 a 13 de Dezembro de 2009, na FIL!

Por motivos de Logística o nosso atelier “No Corte e na Costura” cancelado, contudo, a Associação Lavoisier, está a organizar um Workshop sobre roupas, maquilhagem, cabelos e postura! O Workshop terá a duração de 3 horas dinâmicas e de muito conhecimento. Garantimos um resultado BRILHANTE!
Poderá vir sozinha ou trazer um grupo de amigas, e fazemos o Workshop à sua medida, com horários de acordo com a sua disponibilidade.
Aceitam-se inscrições através do 91 642 89 11 ou para associacaolavoisier@gmail.com
Poderá vir sozinha ou trazer um grupo de amigas, e fazemos o Workshop à sua medida, com horários de acordo com a sua disponibilidade.
Aceitam-se inscrições através do 91 642 89 11 ou para associacaolavoisier@gmail.com
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
A propósito de nos pedirem um tempo!
Em muitas situações amorosas há sempre alguém que pede um tempo. Esse tempo é angariado em nome da reflexão, balanços da relação, resoluções diferentes ou disponibilidade para se repensarem outras relações anteriores…
Frequentemente a parte depressiva e triste de cada um de nós não está presente na relação afectiva, sobretudo no apaixonamento em que o Outro nos parece fonte de alegria e satisfação sempre que está presente. Qualquer afastamento é sentido como uma “fome” e angustia que é facilmente resolvida com o reencontro. Quando a relação de apaixonamento se altera para se tornar uma relação amorosa e o nível de intensidade afectiva diminui para se tornar intimidade não temos medo de nos mostrar nus perante o outro, o que significa também mostrar a nossa parte mais frágil e triste, o que nos traz associações a outras relações e a outras situações em que nos sentimos de forma igual e não soubemos resolver quer por disponibilidade interna, quer por imaturidade.
Numa relação que funciona bem, o jogo da idealização é menor e o tempo de suspensão da dor depressiva é praticamente suprimido e mostramos mais como somos no real, isto é, mais misturados bons/maus.
Há determinadas situações que remetem para um balanço das pessoas que nós somos e isso inclui também as pessoas que amamos. Assim, é positivo que se respeitem os limites que cada um de nós pede à relação nomeadamente a pessoa ter o direito de dizer que está triste e que precisa de resolver a situação “sozinha”, sem que haja um massacre em nome da insegurança que o outro pode eventualmente sentir. Esta realidade é completamente diferente de pedir um tempo. Um tempo significa que eu preciso de uma reflexão longe da relação. As problemáticas da relação resolvem-se dentro da relação, exactamente como, não é porque estamos com dificuldades com os pais, não mudamos de casa. Se, se dá um tempo, significa sempre que alguém está numa espécie de prateleira enquanto o outro está a reflectir e na maior parte das vezes distante da própria relação. Nesta situação mais vale interromper a relação, ter a coragem de assumir que se vai dar uma volta e logo se vê se o Outro está disposto a receber alguém que foi dar uma volta.
Numa relação vivida com maturidade a expressão de tristeza e necessidade de estar sozinho deverá ser respeitada porque não é distante da intimidade construída. Um tempo é sempre eternizar a indecisão e temos que reflectir que é muito difícil estar em suspenso e dar um tempo enquanto outros se divertem longe. As dificuldades resolvem-se em casa.
Frequentemente a parte depressiva e triste de cada um de nós não está presente na relação afectiva, sobretudo no apaixonamento em que o Outro nos parece fonte de alegria e satisfação sempre que está presente. Qualquer afastamento é sentido como uma “fome” e angustia que é facilmente resolvida com o reencontro. Quando a relação de apaixonamento se altera para se tornar uma relação amorosa e o nível de intensidade afectiva diminui para se tornar intimidade não temos medo de nos mostrar nus perante o outro, o que significa também mostrar a nossa parte mais frágil e triste, o que nos traz associações a outras relações e a outras situações em que nos sentimos de forma igual e não soubemos resolver quer por disponibilidade interna, quer por imaturidade.
Numa relação que funciona bem, o jogo da idealização é menor e o tempo de suspensão da dor depressiva é praticamente suprimido e mostramos mais como somos no real, isto é, mais misturados bons/maus.
Há determinadas situações que remetem para um balanço das pessoas que nós somos e isso inclui também as pessoas que amamos. Assim, é positivo que se respeitem os limites que cada um de nós pede à relação nomeadamente a pessoa ter o direito de dizer que está triste e que precisa de resolver a situação “sozinha”, sem que haja um massacre em nome da insegurança que o outro pode eventualmente sentir. Esta realidade é completamente diferente de pedir um tempo. Um tempo significa que eu preciso de uma reflexão longe da relação. As problemáticas da relação resolvem-se dentro da relação, exactamente como, não é porque estamos com dificuldades com os pais, não mudamos de casa. Se, se dá um tempo, significa sempre que alguém está numa espécie de prateleira enquanto o outro está a reflectir e na maior parte das vezes distante da própria relação. Nesta situação mais vale interromper a relação, ter a coragem de assumir que se vai dar uma volta e logo se vê se o Outro está disposto a receber alguém que foi dar uma volta.
Numa relação vivida com maturidade a expressão de tristeza e necessidade de estar sozinho deverá ser respeitada porque não é distante da intimidade construída. Um tempo é sempre eternizar a indecisão e temos que reflectir que é muito difícil estar em suspenso e dar um tempo enquanto outros se divertem longe. As dificuldades resolvem-se em casa.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Tristezas nao pagam dívidas!
Caso: Depressão
Testemunho: “ Ultimamente não me reconheço, tenho-me sentido cada vez pior. Antigamente o trabalho fazia-me sentir e a relação com as crianças, sou professor do secundário.
Parece que não sinto nada que não tenho sentimentos nem forças, tenho a sensação que já nem gosto da minha mulher nem dos meus filhos, acho que só lhes faço mal. O meu humor varia entre a irritação e a tristeza, implico com tudo: porque há barulho ou porque não há barulho, porque estamos atrasados ou porque chegamos a horas, assaltam-me ideias de suicidio porque já nada merece a pena, o que me impede é a ideia do que é que os meus pais pensariam; que me fizeram tanta falta na minha adolescência –estavam imigrados em frança- perdi o apetite e toda a comida me enjoa, e já parece que nem sou homem nem sou nada, gostava que a minha mulher se apaixonase por outro, ela merce menlhor. Estou cansado e não consigo dormir apesar dos medicamentos e do chá de cidreira.”
Testemunho: “ Ultimamente não me reconheço, tenho-me sentido cada vez pior. Antigamente o trabalho fazia-me sentir e a relação com as crianças, sou professor do secundário.
Parece que não sinto nada que não tenho sentimentos nem forças, tenho a sensação que já nem gosto da minha mulher nem dos meus filhos, acho que só lhes faço mal. O meu humor varia entre a irritação e a tristeza, implico com tudo: porque há barulho ou porque não há barulho, porque estamos atrasados ou porque chegamos a horas, assaltam-me ideias de suicidio porque já nada merece a pena, o que me impede é a ideia do que é que os meus pais pensariam; que me fizeram tanta falta na minha adolescência –estavam imigrados em frança- perdi o apetite e toda a comida me enjoa, e já parece que nem sou homem nem sou nada, gostava que a minha mulher se apaixonase por outro, ela merce menlhor. Estou cansado e não consigo dormir apesar dos medicamentos e do chá de cidreira.”
A Depressão é uma reacção a uma alteração quer interna quer externa. Do ponto de vista interno pode surgir ao longo do desenvolvimento baseada em problemáticas organicas com potencial actualizado por uma dinamica familiar ou social, são denominadas as Depressões Endógenas e caracterizam-se por personalidades com fundo depressivo mais acentuado nos chamados “timidos” que as caracteristicas da introversão diminuem o contacto com o exterior em que frustrações, recentimento e zangas são internalizadas e alimentam sentimentos de desvalorização da autoestima e vitimização.
Estas depressões aparecem mais frequentemente no final da adolescência e inicio da idade adulta em que o contacto exterior se impõem e os niveis de ansiedade aumentam. São as mais graves e com maiores hipoteses de se tornarem crónicas nomeadamente em situações esquizoides – com caracterrisaticas autistas e pensamento acentuadamente interpretativo- .
As restantes depressões que são reactivas a caracteristicas externas e que por vezes se perpectuam no tempo dão inicio com uma experiência relatada por todos os deprimidos:”Eu perdi”. Esta perda poderá ser de objecto externo como de amor um filho, um emprego, um estatuto ou de objecto interno, -“Eu perdi-me de mim próprio, isto é foram postas em, causa as minhas crenças os meus valores ou aquilo que eu sou.”
Esta situações aparecem da maneira mais dispare. Os lutos por muito preparados que sejam e que nós treinemos os nossos afectos nos relatos sádicos do que acontece aos outros: No Centro de Saúde morremos das mais variadas maneiras no discurso das outras pessoas, na consulta de gravidez os partos são terriveis e parece que há uma hora em todas as maternidades que o pessoal confraterniza longe das parturientes e as ignora durante horas, em todos os acidentes de carro que os condutores sãos e salvos abrandam a marcha para ver melhor do que se livraram...e todas as outras situações que nós podemos inventar. O certo é onde há conquista, há perda. Tudo tem um prazo: todos os filhos deixam de ser bébés e crescem e saem de casa, todas as paixões acabam mesmo que seja quando a morte os separa, todos nós envelhecemos e todos nós abandonamos e somos abandonados.
A Depressão como nosso testemunho é mesmo assim uma reacção maciça ao luto deixamos de ser a pessoa que eramos, no entanto a reconstrução e a trasformação é possivel com a intervenção médica psicológica e muitas vezes é também necessário uma intervenção social.
Estas depressões aparecem mais frequentemente no final da adolescência e inicio da idade adulta em que o contacto exterior se impõem e os niveis de ansiedade aumentam. São as mais graves e com maiores hipoteses de se tornarem crónicas nomeadamente em situações esquizoides – com caracterrisaticas autistas e pensamento acentuadamente interpretativo- .
As restantes depressões que são reactivas a caracteristicas externas e que por vezes se perpectuam no tempo dão inicio com uma experiência relatada por todos os deprimidos:”Eu perdi”. Esta perda poderá ser de objecto externo como de amor um filho, um emprego, um estatuto ou de objecto interno, -“Eu perdi-me de mim próprio, isto é foram postas em, causa as minhas crenças os meus valores ou aquilo que eu sou.”
Esta situações aparecem da maneira mais dispare. Os lutos por muito preparados que sejam e que nós treinemos os nossos afectos nos relatos sádicos do que acontece aos outros: No Centro de Saúde morremos das mais variadas maneiras no discurso das outras pessoas, na consulta de gravidez os partos são terriveis e parece que há uma hora em todas as maternidades que o pessoal confraterniza longe das parturientes e as ignora durante horas, em todos os acidentes de carro que os condutores sãos e salvos abrandam a marcha para ver melhor do que se livraram...e todas as outras situações que nós podemos inventar. O certo é onde há conquista, há perda. Tudo tem um prazo: todos os filhos deixam de ser bébés e crescem e saem de casa, todas as paixões acabam mesmo que seja quando a morte os separa, todos nós envelhecemos e todos nós abandonamos e somos abandonados.
A Depressão como nosso testemunho é mesmo assim uma reacção maciça ao luto deixamos de ser a pessoa que eramos, no entanto a reconstrução e a trasformação é possivel com a intervenção médica psicológica e muitas vezes é também necessário uma intervenção social.
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